Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis
01/02/2026
(Foto: Reprodução) Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis
Vaner Santos/EPTV
Manifestantes se reuniram na Lagoa do Taquaral na manhã deste domingo (1º), em Campinas (SP), em protesto contra casos de maus-tratos a animais. Durante o ato, participantes pediram justiça pelo cão Orelha, animal comunitário que foi espancado e teve de ser submetido a uma eutanásia em Florianópolis (SC) - entenda abaixo.
O protesto reuniu ONGs e protetores com faixas e diversos animais. Eles realizaram uma caminhada entre os portões 1 e 2 do Taquaral por volta de 9h30 e se dispersaram ainda pela manhã.
Além do ato com caminhada, o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas elaborou um documento, assinado pelo manifestantes, que pede "fiscalização rigorosa" e que será entregue à prefeitura.
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Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis
Vaner Santos/EPTV
O que aconteceu com o cão Orelha?
Orelha morreu após ser agredido em 4 de janeiro. Ele era um cão comunitário que recebia cuidados de vários moradores na Praia Brava, bairro turístico e nobre de Florianópolis. O animal foi encontrado agonizando por pessoas que estavam no local.
A Polícia Civil inicialmente investigava um grupo de quatro adolescentes suspeitos de ter agredido o cachorro. Na sexta-feira (30), um deles foi descartado da autoria após o inquérito concluir que ele não tinha envolvimento com os maus-tratos ao animal, que conforme o laudo pericial foi atingido na cabeça com um objeto contundente.
➡️ Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos.
O que é analisado agora?
Fantástico mostra o que se sabe sobre morte do cão Orelha e assassinato de corretora em Go
A Polícia Civil analisa quase mil horas de gravações feitas por câmeras de segurança na região da Praia Brava no período das agressões.
Um dos desafios da investigação é a ausência de imagens do momento do espancamento. Conforme a polícia, registros de outros episódios na mesma região e período, que também teriam sido causados por adolescentes, ajudam na investigação.
Infográfico - morte do cão Orelha
Arte g1
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